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amarante volta a ser a casa do festival mimo

de 19 a 21 de julho, em amarante, volta a celebrar-se a cultura e a música do mundo, com uma programação "inclusiva, diversificada e arrojada" - totalmente gratuita, como é imagem de marca do mimo há já 20 anos.


© ivo gonzalez

o mimo, considerado um dos maiores festivais gratuitos de música do brasil, acontece de novo em portugal, tendo o município de amarante como principal promotor. antecipa-se, assim, mais um mimo amarante de sonoridades, estéticas e texturas singulares, em que a música ocupa não só os palcos, mas toda a cidade, com concertos e atividades paralelas como palestras, workshops, oficinas, exposições, performances, cinema e roteiros guiados.


a organização acredita que será "um mundo de arte e cultura, gratuito, para mais uma edição inesquecível para o público, que em 2019 reuniu mais de 80 mil pessoas durante o fim de semana".


este regresso a amarante é há muito aguardado, uma vez que se trata da cidade que acolheu, entre 2016 e 2019, as edições portuguesas do festival, que nasceu em olinda, no brasil. São 20 anos de história, com 60 edições, e realizações em mais de 12 cidades no brasil e na europa, assistido por um público superior a dois milhões de pessoas ávidas por ouvir ou descobrir o melhor da música nacional e mundial.


segundo lu araújo, a diretora e fundadora do mimo festival, "é sempre com grande emoção" que veem milhares de pessoas "a viverem a arte de forma tão intensa e diversa". "o mimo é positivo, inclusivo e democrático, faz parte de amarante e dos amarantinos, mas também dos milhares de fãs nacionais e estrangeiros que nos visitam anualmente", acrescenta.


marcelo d2 e fatoumata diawara são os primeiros nomes confirmados: dois fulgurantes artistas que constroem percursos artísticos crescentes e de reinvenção de sua música e estética artística.


marcelo d2 inicia no mimo amarante a sua mais recente digressão, com a apresentação de "iboru", um disco de 2023 em que propõe o que chamou de "novo samba tradicional". já fatoumata diawara, uma das grandes representantes do afrofuturismo na cena musical, leva ao palco do mimo "london ko", liderando uma expedição eclética e vanguardista pelo afrobeat, jazz, pop, electrónica e até pelo hip hop.

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